sábado, 11 de fevereiro de 2017

Desmame e choro

Um ciclo que chegou ao fim, o Joaquim desmamou. E falo disso com lagrimas nos olhos, após um choro sentido e com soluço, afinal eu não estava pronta. De repente da noite para o dia, o Joaquim resolveu parar de mamar. 
Eu não sou desenformada, sei que o fato dele usar chupeta desde quando tinha 5 meses e termos incentivado o uso da mamadeira a partir de um ano e um mês, estar trabalhando e ficando fora de casa por um período muito maior, tudo isso influenciou e muito para que este desmame acontecesse.
Eu já não estava tão feliz com a amamentação, estava exausta mas ainda assim continuava a amamentar e era um momento nosso, onde não tinha pressa, era só nós dois e isso é muito forte. Na verdade, eu não queria né? Era só cansaço e ai acabava dizendo que ia desmamar para descansar. A sensação que estou sentindo é estranha, é como um luto, é como se eu estivesse perdendo algo ou alguém. Sei que teremos novas formas de nos conectar mas de qualquer forma não deixa de ser dificil aceitar o fim da amamentação. 
Me lembro de cada dia que planejei a amamentação, durante a gestação. Eu dizendo para a doula, que eu faria o que tivesse ao meu alcance para amamentar. Lembro de cada coisa que comprei e do que esperei para amamentar. Assim como o parto, amamentar era algo que eu queria demais. 
Com o Joaquim curei as feridas abertas da mãe e da experiencia que vivi com o Gabriel. 
Lembro dos primeiros dias que foram terríveis, que fugia de amamentar, que doía demais, que chorei, que desabafei com todo mundo que eu conhecia. Lembro que no grupo do parto, disse que ia conseguir, e tive um apoio incrível da equipe e a Raquel me disse que eu amamentaria até os dois anos, eu ri e disse que era demais para mim. Quando completei seis meses amamentando fiquei muito feliz e é tão fascinante saber que eu era o único alimento do meu bebê e o quanto isso é poderoso. 
Minha meta sempre foi amamentar pelo menos um ano e quando chegou nós continuamos afinal, porque parar se estava bem para todos nós? Só que eu vi uma necessidade grande de oferecer leite para o Joaquim , porque eu fico muito tempo fora de casa, ele já não mamava mais nem pela manhã, durante o dia ou quando eu chegava do trabalho, só antes de dormir e eu achava muito pouco. 
E no fundo eu queria parar de amamentar, principalmente por que era bem cansativo e já estava começando a dar agonia amamentar, ele me mordia, não estava muito feliz. 
Fazem umas três semanas ou mais talvez, não sei precisar, ele estava mamando pouco a noite, mas ainda assim mamava quando eu oferecia. Mas a duas semanas ele já não tem mais tanto interesse, eu oferecia e ele aceitava mas me mordia, ou ia mamar e chorava porque não queria. Na verdade o que estava acontecendo era o desmame e a confusão de bico, eu sei de tudo isso, mas estava negando para mim mesma.
Eu não queria amamentar mais que dois anos ou algo do tipo, eu sei que não é o fim do mundo o desmame e tantas outras coisas que vamos passar. Mas para mim é algo muito importante, eu sinto muito essa perda e estou sim me sentindo culpada, talvez por não poder me dedicar exclusivamente a ele, talvez por ter incentivado o uso do leite e talvez por que na verdade estava sedendo a pressão do mundo que já me dizia: olha já não mamou demais? 
Acredito que o fato dele ir para a escola (desabafo para um próximo texto), também me deixe de coração partido, afinal logo vem aquelas doenças chatas de inicio de aula e o peito ajudaria tanto, peito é conforto e também remédio. 
O final de qualquer coisa não é fácil de ser digerido, é como se algo estivesse escorrendo pelas minhas mãos e eu simplesmente não posso fazer nada. Talvez essa seja a hora mesmo. Li tanto sobre amamentação e principalmente sobre desmame, li sobre mães que sofreram com esse processo e filhos também. Com certeza absoluta fiz o que pude e sei que fiz o melhor. Mesmo sabendo que por minha influencia aconteceu antes do que eu queria mas eu já não tenho mais controle.
O Joaquim não aceita mais o peito, ele rejeita, ele empurra, ele chora, ele grita. Ele pede a mamadeira. 
Então fica aí a máxima, desmame pode acontecer com bebê de dias ou de mais de um ano por conta de confusão de bico. Ele parece estar muito bem, sem trauma, eu espero que não tenha mesmo. Já eu posso dizer, que ficarei morrendo de saudades dos nossos momentos. Isso não quer dizer que não temos mais o nosso momento, mas esse era importante e único. 
O quanto um segundo filho pode nos ensinar? Quantas dores do primeiro filho e quantas feridas podemos fechar com essa experiencia? 
Eu desejei demais um segundo filho, não para substituir o primeiro mas para poder viver experiencias que me foram roubadas com o primeiro, e eu vivi e consegui. Está na hora de deixar o Joaquim crescer mais um pouquinho e eu perder mais um pouquinho do meu bebê.
Foi incrível toda essa experiencia e agora espero as próximas!



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Compulsão e mudanças em 2017


Nunca fui uma pessoa magra, sempre tive a bunda grande e uma barriguinha, mas nunca fui gorda. Ouvi a minha vida inteirinha que era gorda, sempre. Ouvia dos meus pais que eu comia demais e que ninguém pagaria uma cirurgia do estomago para mim, sim, é real e cruel. A minha auto estima sempre era uma merda! Chegou num ponto que eu comia escondida para ninguém ficar me julgando, isso já com uns onze anos e isso é péssimo. Cresci vendo todos a minha volta e principalmente minha mãe fazendo infinitas dietas loucas e sempre se achando a pessoa mais gorda da face da terra.
Com o passar do tempo e depois de começar a namorar com o Bruno, passei a me enxergar um pouco melhor, me sentia bonita e o Bruno sempre fez questão de me elogiar, de me deixar confortável e isso sempre foi algo muito importante para mim.

Quando eu fiquei gravida do Gabriel eu estava acima do meu peso ideal, principalmente depois do tratamento de síndrome do pânico e a ansiedade que eu descontava na comida e na gravidez foram 12 kg a mais e eu não perdi nada desde então. Quando ele nasceu eu perdi uns 5kg e logo engordei mais uns 10kg e foi aonde fiquei, até engravidar novamente e ganhei mais 6kg e perdi os 6kg mas parei e estou aqui! 

Hoje quando vejo fotos minha adolescente ou mesmo antes da gravidez, vejo que eu tinha uma visão destorcida de mim mesma, eu não era gorda e me sinto triste de ver o quanto da vida eu perdi por me sentir mal com meu corpo.
As vezes para mim ser gorda é resistência. Afinal, mulher gorda não é feliz! É exatamente isso que os outros querem que a gente pense.Mas eu sou feliz, independente do meu peso. Mas os olhares de julgamento, quando me veem de mãos dadas com o Bruno, um cara magro, me olham da cabeça aos pés. Quando vou sair não gosto muito que seja sem os meninos, afinal, isso justifica para o mundo, sou gorda porque tenho duas crianças pequenas. Mas é mentira! 
E nem venha me dizer que as pessoas se preocupam com a minha saúde, é por pura estética sim. A minha saúde sempre foi ótimo, nunca tive problema nenhum, nem gravida!
Ultimamente não curto mais sair em fotos e fujo de espelhos, isso é péssimo, eu sei. 
Chegou então o tal momento de tentar mudar mas sempre fica aquele pensamento, até que ponto vale a pena? Eu acho uma perca de tempo deixar de comer para emagrecer, fazer loucura ou mesmo passar fome. Mas o ponto é, o que é o ideal?

Já fiz muitas loucuras quando era adolescente, tomei sibutramina, anfepramona, tomava shake da Herbalife, deixei de comer, já tentei vomitar (mas não conseguia) e cada vez que eu tentava uma dieta louca (a da sopa, a do ovo, a do presunto, a dukan) quando eu me sentia derrotada e desistia, comia compulsivamente. Já fiz academia, já tentei hidroginástica, já tentei caminhar e nenhuma dessas coisas me deram animo ou vontade de continuar. Sempre tive muita vergonha de ir em academia e enfim, sempre um desastre.

Agora o problema é o fato de já ter tido dois bebês e esta na hora de perder todo esse peso né? Tem tantas mães por aí que estão em boa forma e aí? 
Não se leva em consideração tudo que eu faço no meu dia e as minhas prioridades. Só importa se eu estou magra ou não. Afinal, já ouvi que se eu não me cuidar, meu marido vai atrás de outra na rua. QUE VÁ!
Afinal se eu quiser emagrecer e mudar minha aparência, deve ser apenas por mim e não por nenhuma outra pessoa.

Resolvi escrever esse post de desabafo, porque não sei, existe alguma coisa dentro de mim que diz que é necessário por tudo isso para fora. 
Hoje eu estou totalmente sem animo de fazer qualquer coisa, porque acho que dietas restritivas são horrendas, me deixam muito mais propensa a compulsão. 
Comer comidas sem graça em prol de estética por mais que eu queira mudar minha aparência, começar é muito difícil. 
E ficar sem comer doce, eu como todos os dias algum doce, de preferência um chocolate. E só de pensar que não vou poder...
 Fazer exercícios físicos é outra coisa que me irrita. Não gosto de ir em academia, fazer serie, contato com outras pessoas malhando e tudo mais. 
E me sinto mal de pensar em ir para academia ou fazer qualquer coisa que seja a noite, afinal passo o dia inteiro fora de casa, trabalhando e chego em casa, vou fazer janta, tomamos banho e jantamos todos juntos e logo após fico um pouco com os meninos. Fora a total falta de vontade ou animo, me sinto extremamente cansada a noite e de manhã quando acordo, mal tenho forças para levantar da cama. O tempo que eu durmo parece passar em um piscar de olhos. 
O que ganha de tudo isso, é o fato que só tenho 24 anos e me sinto péssima comigo mesma. Então é preciso mudar essa postura reclamona e cheia de empecilhos, certo?
Começar é sempre muito mais dificil.

O meu maior desafio deste ano é aprender a cuida de mim. Assim como me dedico aos meus filhos, preciso me dedicar a mim. Isso é algo primordial! 
Espero voltar logo com boas noticias e que de fato comecei alguma coisa.
Obrigada a quem chegou até aqui e leu esse post desabafo-agressivo-revoltado, as vezes é preciso ser sincera. 

Beijos

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Resumão 2016

Começamos 2017 mas antes dele começar não posso deixar de registrar sobre meu ano de 2016. Alias, o nosso ano! 

Gosto de escrever sobre o ano, é uma forma de enxergar com foi e relembrar no futuro. Esse ano que passou não foi facil para o mundo no geral, muitas mortes, tragédias, grandes acontecimentos politicos (fora temer, hehe) e tantas outras coisas dificeis de engolir. Mas para nós foi um ano muito bom, sou muito grata a tudo que passou. 

Iniciamos o ano com um bebezinho de 50 dias e uma familia começando a se adaptar a chegada desse novo membro. Foram dias e dias, com altos e baixos mas a vida é assim mesmo, ainda mais com bebes pequenos! 

O Gabriel começou as aulas e mesmo sendo a mesma turma, bem tímido! Ao longo do ano se desenvolveu muito bem e no final do ano já estava falando muito e super participativo. Já fala bem e o desfralde deu uma regredida por conta do frio, voltei a colocar fralda e agora vamos voltar ao desfralde noturno. Continuo com a ideia de cada um no seu tempo!

Me dediquei completamente a amamentação do Joaquim, era algo que eu queria demais e consegui. Me sinto orgulhosa demais de ter conseguido. Continuamos a amamentação e estou pensando em desmame. Veremos!

A licença maternidade chegando ao fim foi muito dificil deixar o bebê, principalmente por conta da amamentação, morria de medo de desmamar, dele passar fome, foi dificil mas sobrevivemos. E conseguimos superar essa! 

O Joaquim ficou em casa no seu primeiro ano de vida e isso foi maravilhoso. Sofri demais quando o Gabriel aos sete meses foi para a escola e vivia doente! 

Fizemos festa de aniversário para os dois. O Gabriel escolheu o tema do Star Wars e o Joaquim foi escolhido por mim e foi Marinheiro. Ficaram lindas e o mais importante é o quanto eles curtiram! 

Eu consegui voltar ao trabalho e foi muito melhor do que eu imaginei. Descobri que mesmo amando meus filhos, também amo ser independente e trabalhar. Tive que voltar a estudar para tirar uma certificação. Consegui me readaptar após sete meses fora e ainda fui provida! Isso foi bem legal apesar de agora tenho menos tempo na semana! Mas fico feliz com esta conquista e reconhecimento. 

Eu e o Bruno ficamos mais unidos nesse ano. A chegada do Joaquim também nos trouxe mais maturidade e fez com que nós dois tivessemos tranquilidade para esperar a hora certa de poder sair e nos curtir! 
Saimos três vezes sem o Joaquim e o Gabriel, foi muito bom. É algo que precisamos cultivar, nosso relacionamento, nosso amor e mesmo amando os meninos nós precisamos desse tempo! 

Sempre que um ano começa, gosto muito de escrever num caderno quais sao as coisas que quero realizar. Uma das coisas era dar uma melhorada na nossa casa, precisava de uma pintura, comprar um sofá legal e arrumar algumas coisinhas. E consegui fazer isso, o que me deixou super animada. Apesar de ter sido feito por etapas, no final do ano tudo estava feito! E ficou uma graça. 

O ano de 2016 foi embora mas vivemos momentos felizes e tranquilos. Amor e paz, sem conta a saúde! Sou muito grata ao ano de 2016 e que comece enfim o ano de 2017! 

          Nós 4, na noite de ano novo! 


Beijos 


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Natal e outros significados

Depois que eu cresci e o papai noel já não era mais tão esperado afinal meus pais eram o papai noel e acabavam antecipando os presentes, perdi um pouco da magia do natal. Quando o Gabriel nasceu, tão pitico e nem entendia nada nós ainda não davamos muita importancia ao natal até que o Gabriel deu uma crescida e começou a se encantar com as luzes, a arvore, o papai noel e nós começamos a ter um novo significado para essa data. 
Com a chegada do Joaquim próximo ao natal e tendo eu conseguido o desejado parto, a experiencia da amamentação e a gratidão a vida me fizeram ter um enorme carinho por essa data. 
Aprendi que na verdade os presentes do Natal são esses. O Joaquim que ama a arvore e quando acendemos os piscas piscas, ele canta parabéns e dança! 
A gratidão a vida, poder estar com a minha familia, a nossa saude, a união, poder ter grana para comprar o presente para os meninos e esperar ansiosa para quando eles abrirem! 
Nossos filhos chegaram para renovar a vida e essa data que antes eu não entendi o porque de tanto encanto! De fato, Natal não é presente. E quando damos o presente o sentimento de felicidade que dá é muito bom, pelo menos eu amo presentear!
Aqui em casa o Gabriel ganhou um calendario para contar os dias que antecedem ao natal, todos os dias ele vai lá na geladeira (onde esta o calendario) e conta quantos dias faltam! Falta um dia para o papai noel chegar e o nós estamos super ansiosos.
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Na manhã do Sabado o Gabriel já acordou super animado. Passamos o dia fazendo as comidas para a ceia de natal. 
O Gabriel viu em algum lugar que deveria ter biscoito e leite para o papai noel e que deveriamos dormir também, só depois de dormir que o papai noel chegaria. 
Eu mostrei para ele na pagina do facebook da NASA o papai noel viajando o mundo e disse que faltava pouco pra ele chegar na nossa casa e então ele resolveu ir dormir. 
Lá na casa dos meus pais nós não temos esse costume, geralmente abrimos os presente após a ceia. Mas enfim, lá pelas nove e meia da noite, ele acordou e viu os presentes embaixo da arvore e ficou muito feliz. Abrimos os presentes e foi só felicidade. 
Ele amou e o Joaquim também ficou muito feliz, dava uns gritinhos e falava algumas coisas. Ele amou ganhar uma bola de futebol pequena e ficou brincando. O Biel ganhou a Doutora Brinquedos e os outros personagens e também o Super Wings. Ele disse que foi tudo lindo.
Nosso coração fica cheio de amor com esses momentos! 
Parece que aos poucos o Natal vai trazendo tradições novas e esta sendo uma delicia viver tudo isso com minha familia!
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Sempre tiramos mil fotos no dia a dia mas nas principais comemorações, curtimos tanto os momentos que acabamos não registrando nada. Dessa vez não foi diferente, não tiramos foto da familia e nem dos meninos. Mas dizem que os melhores momentos não tem fotos né!? Por aqui é sempre assim! 
Hoje rolou algumas fotos dos dois no quintal de casa, nesse solzão de verão com gorro de papai noel. O Joaquim não estava muito afim mas as fotos ficaram tão lindas! 








Esse foi o nosso natal de 2016! 💙

Feliz Natal pra todos

sábado, 26 de novembro de 2016

Festa Marinheiro - Joaquim 1 ano

Antes dessa festa acontecer de fato, tive muitas duvidas sobre fazer ou não. Além do trabalho e do gasto que dá, gostaria que fosse algo que realmente tivesse presença e sinto que conforme o tempo passa muitas pessoas se afastam. É engraçado que no primeiro filho, temos muitos amigos, a família, todos empolgados. Chá de bebê lotado, aquela euforia quando nasce para vir visitar. Conforme a criança vai crescendo você vai vendo que quase ninguém vem mais. No segundo filho, as pessoas te desejam tudo de bom e mal aparecem. O chá de bebê do Joaquim foram pouquissimas pessoas e é muito chato quando você convida, porque se você convidou a pessoa tem importância para você e as pessoas não comparecem, não fazem questao nem de dar uma desculpa ou quando lembra só depois de ver uma foto nas redes sociais e da qualquer desculpa. Quando decidi fazer a festa do Joaquim, fiz pensando em cada uma das pessoas que convidei e o quanto nos faria felizes a presença delas. Pois bem, muitas pessoas não foram mas aquela velha história, quanto mais filhos menos pessoas por perto. Ficam apenas os que realmente se importam e realmente foram! E foi uma delicia! 
Mas chega desse drama no post e vamos as fotos da festa que ficou linda demais. 
A decoração do aniversário já tinha sido escolhida desde o chá de bebê. Acho fofo demais o tema marinheiro mas com o Gabriel acabou não rolando de fazer e agora ele já está na vibe dos desenhos e personagens e escolhe o tema da festa. Então foi com o Joaquim que resolvi fazer esse tema. Sem ser ursinhos marinheiros, que é o que mais se encontra. Foi uma decoração totalmente home made, tive ajuda da minha amiga Taina e da minha irmã Amanda. Muitas referencias no pinterest, fomos na vinte e cinco de março uma semana antes da festa e no final ficou linda demais a decoração!












As fotos mostram bem os detalhes, ficaram lindos demais! Espero que tenham gostado.
Beijos 












quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Um ano de Joaquim


O tempo não perdoa e está voado!
Quando penso que hoje completa um ano que o Joaquim nasceu, me lembro da gravidez e do parto. Ah esse parto, falo tanto dele, já imagino quando for mais velha vou ficar contando e lembrando. Que experiência mais fantástica, viveria tudo de novo. 
Lembro exatamente o momento que eu peguei no colo, senti aquele corpinho quente, o choro doido e a calmaria após seu nascimento. É nítida a lembrança, dentro de mim só conseguia sentir uma explosão de sentimentos, amor, orgulho, vitória e alivio. 
Quando meu lembro dos dias passando, tantas preocupações, tantos medos, tantas angustias mas tantas vitórias, tantas felicidades e muito amor. Quando estava prestes a volta de licença maternidade, sentia um pavor gigante de desmamar e olhas nós aqui, um ano completo de amamentação. 
Realmente ter o Joaquim foi marcante, qualquer filho será, independente de como for. Mas pessoalmente falando, ele chegou me ensinando tantas coisas, desde a gestação e a principal é paciência. Se acalmar e esperar que as coisas em sua maioria tem hora certa para acontecer e se exaltar, desesperar, só vai tornar tudo muito mais dificil. 
Espero que esse novo ciclo da vida do meu pequeno traga mais alegrias e descobertas. Logo ele vai para a escola e vai começar a ter contato com o mundo, essa parte é tão dificil e com o segundo filho está mais ainda. 
Mas as conquistas nesse ultimo mês foram bastante até:

Peso e medida, não sei. Ainda não fomos ao pediatra esse mês;

Já fica em pé sozinho, anda apoiado nos móveis e engatinha super rápido;

Já consegue se comunicar com a gente, pede água, comida, colo e tem muita personalidade. Fala mã, vó, pai, abi (Biel), Mia, linda e outras coisas em sua própria lingua;

É um bebê meio tímido mas simpático. Está na fase grude com a mãe, só quer o meu colo e é super dificil ir com outra pessoa, até com o pai chora, só serve o colo da mãe;

Já tem dormido a noite inteira, as vezes acorda de madrugada mas está bem mais raro;

Quer comer nossa comida a todo custo, já estou dando a comida que faço para a família mas ele se interessa por qualquer comida, doce, salgado e bebidas também. Tá uma loucura;

As brincadeira do momento é abrir e fechar potes. Brincar com as colheres e fazer bastante barulho;

Finalmente nasceram os dentes, temos os dois dentes de baixo;

Vai rolar festa de um ano;

A amamentação continua firme e forte.


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Lembranças e memórias da gravidez

A nostalgia é inevitável, Joaquim esta prestes a completar um ano. E estou super sensível em relação a essa data, não só por estar próximo ao primeiro ano de vida dele mas por me lembrar momentos tão marcantes da minha vida. O Gabriel quando chegou a nossa vida, mostrou para mim o que era ser mãe e me ensinou tantas coisas e por total influencia do que foi a maternidade exercida para ele e com ele, chegamos ao que fui e sou para o Joaquim. 
Existia um desejo muito forte da minha parte de ter um segundo filho e ainda assim eu tinha certeza que ele demoraria a chegar mas ele veio, é o poder das palavras que jogamos no universo! 
Quando eu descobri a gravidez, foram muitos sentimentos envolvidos mas o principal foi de renovação. Uma nova vida e tudo que ela traz para nós! 
Escrevi um texto para ele assim que descobri sua chegada e desejei que fosse o melhor momento, que fosse inesquecível e que gestar fosse tranquilo. Mesmo com o Bruno longe, a gravidez foi como deveria ser, saudável e feliz! Estava bem, disposta e consegui cuidar de tudo.
Gestar o Joaquim foi uma experiência mais tranquila, me sentia segura e tinha total convicção das minhas escolhas. E elas foram totalmente consciente! 
Preparar a chegada dele, escolher as roupas, curtir a barriga, me preparar para o parto, amamentação, pensar no irmão mais velho, na nossa vida num geral. 
A mãe do Joaquim se preparou para um bebê igualzinho ao Gabriel e teve uma bela surpresa sobre seres humanos, mesmo sendo gerados, gestados e paridos pelos mesmos pais são completamente diferentes. 
Faltam alguns dias para chegar ao dia oito de novembro mas só consigo me lembrar de tudo que vivi a um ano atrás, a espera, ter paciência, aguardar os sinais e tudo que o final da gestação traz!
Nesse mesmo momento a um ano atras, nós fizemos uma despedida da barriga, pedi que o Joaquim viesse e que tudo estava pronto para sua chegada. É uma delicia lembrar tudo isso, que experiência fantástica nossa família, estava para viver! 
Os últimos dias de gravidez foram um verdadeiro teste de paciência, todos os dias eu acordava achando que finalmente o dia tinha chego e na verdade nada acontecia. Dentro da minha barriga estava muito bom mesmo. Meu quadril doía, sentia cada dia mais pesado e se mexer deitada na cama estava cada vez mais impossível. Sentia muita azia, muito cansaço e muito tédio. Me lembro de reclamar de não ter "nada" para fazer, que bobinha. As consultas de pré natal eram aqui em casa, as meninas vinham nos ver e sempre era uma delicia, conversávamos muito.
É tão bom ter essas lembranças, o sentimento é de saudades mas ao mesmo tempo não, porque não é fácil ter dois bebês em casa, mesmo que um deles tenha 3 anos e 3 meses, haha
A gravidez do Joaquim não faz com que a do Gabriel seja ruim, mas ela trouxe uma sensação diferente. No Gabriel me sentia muito criança e muito imatura. Aos poucos, conforme o Gabriel cresceu, eu também cresci. Mas com o Joaquim não, eu sabia exatamente o que queria e como queria. Pouco fui influenciada e super tomei as rédeas de tudo. Isso para mim fez a gravidez ter sido mais tranquila, estar segura e feliz com as escolhas fazem total diferença. E acredito que por isso goste tanto de lembrar da gestação, parto e até do pós parto horrendo, haha. 


Sem duvidas, teremos mais posts durante essa semana. Devaneios de mãe né? :)