domingo, 22 de dezembro de 2013

E o Natal?

Quando eu era pequena tenho algumas lembranças do Natal, uma delas é chamar o papai noel no banheiro, gritava, gritava e depois saia correndo para ver os presentes e era tão gostoso. Era quase um mini ataque cardíaco.  Mas me lembro também que nós sempre montávamos a arvore de Natal mas nunca passamos o Natal em casa e me sentia muito frustrada, não ter os presentes na nossa arvore, aí que quando nós fomos morar na nossa casa, o papai noel deixava os presentes na nossa arvore mas mesmo assim não era comemorada a noite de natal na nossa casa. Hoje somos mamãe, papai e Gabriel e passamos o Natal com a vovó Lucimara, vovô Fernando e a titia Amanda e a arvore de Natal consequentemente está por lá...
Aqui na nossa casa eu não senti vontade de montar a arvore, o Bruno também não fez muita questão e o Natal simplesmente não está por aqui, não tem decoração, não tem nada de Natal. Eu as vezes me sinto mal por não ter montado e os motivos são diversos: Sem tempo, o Gabriel vai ficar puxando tudo e querendo mexer, a minha decoração não tá legal (compramos o ano passado), são n motivos. Eu realmente sinto que a magia do Natal está lá na casa dos avós, a decoração, as cores, as luzes...Talvez tudo isso seja uma coisa do momento, eu sempre gostei de Natal e com uma criança com certeza o encanto é maior mas mesmo assim algo anda me bloqueando, ao mesmo tempo que quero o Natal, não quero, sinto uma preguiça (o mais provável). Difícil de explicar, difícil de entender, mas é! A arvore de Natal não deu as caras por aqui, ainda bem que existe a casa dos avós para dar a magia né?!


Papai noel :)

Beijos :)

Wishlist de Natal!

Com tantas coisas que gostaria de dar de presente de Natal para o Gabriel e mesmo sabendo que não daria tantos, resolvi fazer uma pequena wishlist de Natal. Quando eu pensei nas coisas que daria ao Gabriel, pensei na praticidade do dia a dia e é claro no estilo do pequeno, afinal, não é porque ele é um bebê que deve andar totalmente descombinado e bagunçado né?
A nossa lista começa assim:


1.Toalha de banho.           3.Pijama Urso
2.Crocs Batman               4.Galocha

O Gabriel tem uma toalha nesse estilo do Cookie Monster porém de girafa. Muito boa e grande! O Crocs é uma ótima pedida levando em consideração que ele odeia chinelos, ele vê de longe e chora. O pijama é uma ótima já que conseguimos separar o que é do dia-a-dia e o que é para dormir, dá para usar mais vezes na semana, menos roupa para lavar, ótimo! E a galocha de chuva já estou visualizando a época da escola, janeiro chuvas ao final da tarde, é bom porque pode molhar, não escorrega e provavelmente ele já estará andando tranquilamente da escola até em casa, sem a necessidade de ir e vir de carrinho.

5.Boné de caveira                     6. Skate pequeno

Como teremos sol por um bom tempo por aqui, nada melhor do que um boné para proteger nosso pequeno palmito né? E porque não ser um boné estiloso como esse? E o skate é ainda dificil dizer se ele realmente vai conseguir brincar e temos que levar em consideração a idade dele, o equilibrio que não é lá essas coisas mas mesmo assim todas as vezes que vejo me sinto tentada a comprar um para ele. 


Esse presente é tipo sonho de consumo de mãe sabe? Eu queria mesmo dar um desses para ele mas como ele está crescendo vejo que não vale a pena levando em consideração a quantidade de toncas e carros que ele ganhou no aniversário. Mas esse carro é realmente tentando para uma mãe com um quê consumista né?!
Ainda não compramos nenhum presente de Natal para ele, não sei se é realmente interessante incentiva-lo a gostar do Natal apenas pelos presentes, deve ter um encanto. Mas ao mesmo tempo ele ainda não entende muito bem, gosta da luzes da arvore de Natal, bate palmas para a arvore, da uns tapas nas bolinhas e tal. O papai noel ele deu uma estranhada mas tirou uma foto com o bom velhinho. Esses presentes que listei são coisas que estamos precisando porém não necessariamente presente apenas de Natal, são coisas que queremos comprar. Enfim, achei legal fazer uma listinha de desejos, é isso!

Beijos :)




quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Bebê fujão!

A breve história de um bebê que foi passear sozinho...
Era hora do almoço e o Gabriel estava doente, ficou em casa coma bisa, papai chegou para almoçar e o bebê foi com ele para casa (no mesmo quintal). Papai arrumou o almoço, sentou e o bebê foi para o quintal brincar... A bisá estava na cozinha da sua casa com uma colega, não deu falta do bebê (achou que o papai estivesse de olho), o papai não deu falta do bebê (achou que estivesse com a bisá). O Gabriel por sua vez foi até o portão que foi trancado pelo papai quando chegou mas destrancado pela bisa quando a colega chegou... Gabriel puxou o portão (que é emperrado e ele vê todos fazendo isso), que por sua vez abriu e o bebê foi dar uma voltinha na calçada, foi até metade da rua e por sorte (anjo da guarda, obrigada!), uma outra amiga da família subia a rua admirando o pequeno que estava perambulando pela calçada sozinho (ela pensou que alguém estivesse no portão um pouco para dentro), quando percebeu que o bebê estava indo embora, foi correndo e trouxe ele para casa. Bisa e papai quase morreram do coração e aos poucos estão aprendendo que devem trancar o bendito portão! (até rimou para chamar atenção, hihi)


domingo, 8 de dezembro de 2013

Roseola?!

Alguém já ouviu falar em roséola? Por aqui até ontem não! Mas como essa vida de mãe é cheia de surpresas fomos pegos por mais uma, não muito boa mas um ótimo aprendizado. Como o Gabriel vai na creche, creio que tenha sido lá que ele pegou essa doencinha que é transmitida pela saliva e como sabemos, eles compartilham muita baba. Na terça-feira à tarde recebi uma ligação no trabalho, era a diretora da escola, avisando que o Gabriel estava com febre de 38ºC, elas já foram medicando ele e deram um banho para baixar a febre. Quando fui busca-lo ele estava super tranquilo, brincou, riu e pulou. Mamou e dormiu mas quando acordou estava com 38,5ºC, quase morremos do coração, porém dessa vez ele estava muito irritado, muito chatinho e nada acalmava. Levamos no hospital e a médica disse que ele estava com um começo de gripe e que era para dar remédio para baixar a febre e observa e se a febre continuasse até quinta-feira era para voltar.  Na quarta-feira de manhã acordou tudo bem mas se recusando a comer, definitivamente é agoniante um bebê que não come, porém sem febre. Na hora do almoço recebi uma ligação do Bruno que disse que ele estava com febre de 39ºC, ele deu remédio e a febre não baixava, ele estava com a minha avó e minha irmã, que deram banho, a febre dava uma baixadinha e logo em seguida já subia a bendita da febre. Fiquei preocupada, liguei para o pediatra, passou um anti-inflamatório e pediu que aguardasse até a quinta-feira de manhã. Mas chegou um momento as 21hrs que eu não aguentava mais aquela febre de 39ºC, aquela irritação, um choro, parecia um zumbi andando atrás da gente ou no colo jogado no nosso ombro querendo dormir. Eu compreendo que os médicos sabem o que falam porém nada como uma mãe desesperada e definitivamente esperar até quinta-feira de manhã estava fora de cogitação. Resolvemos apelar para outra coisa, fomos benzer o Gabriel, ele estava irritada, com dor de cabeça, dor na barriga e com as lombriga aguada (com vontade de alguma coisa). Resolvemos então tentar encontrar o que aguava ele e tentamos de tudo, panetone, batata frita, brincar com os cachorros, brincar de bola com o vovô, dar uma volta pela rua, enfim, a febre realmente deu uma trégua, levando-se em consideração que demos um banho nele e remédio. Porém umas duas horas depois do remédio a febre já estava voltando com tudo. Fomos para o hospital mais uma vez, ele estava com a garganta inflamada e então entrou no antibiótico. Voltamos e enfim ele dormiu. Na sexta ele acordou muito irritado, não queria nada com nada, foi um dia difícil. No sábado ele acordou bem cedinho e bem irritadinho porém com umas manchinhas vermelhas na pele, ficamos assustados e resolvemos voltar no hospital já que aquela reação podia ser uma reação alérgica ou uma doença mais grave.  Enfim, ele foi diagnosticado com a garganta inflamada novamente porém também com roséola. Como é um vírus, não há tratamento apenas aliviar os sintomas. O diagnostico da doença é feito através do histórico da mesma ou seja, três dias de febre altíssima sem justificativa aparente e logo após esse episodio o aparecimento de manchinhas vermelhas pela pele. O único problema é que ela é contagiosa apenas em crianças já que a partir de 4 anos de idade já temos imunidade contra a doença, por isso é uma doença tipica da infância, sem uma explicação aparente e de difícil diagnostico antes da pintinhas, costuma também ser chamada de a doença da febre dos três dias ou ser assimilada a alergia do antibiótico (que foi exatamente o que pensei), que as vezes é receitado por médicos sem experiencia e as vezes até por pressão dos familiares (familiares um tanto quanto loucos e os médicos pior ainda né?!). Como o Gabriel também esta com a gargante inflamada fica difícil dizer o que ele esta sentindo referente a roséola, ele estava sem apetite nenhum mas que pode ser ocasionado também pela inflamação na garganta que dificulta o interesse por comida né? Por hora esta afastado da creche e levando-se em consideração o fato de estar a uma semana das férias, está de férias enfim...Que rende um post a parte né!? Enfim as pintinhas devem permanecer até 3 dias, depois disso devemos voltar ao hospital e se houver algum outro sintoma também, por enquanto esta tudo bem e as pintinhas permanecem então até amanhã a noite devem ter sumido. 

Imagem meramente ilustrativa, não é o Gabriel.

Por aqui vamos seguindo, beijos :)

domingo, 1 de dezembro de 2013

Cozinhando!

Estou em um momento da vida inspirador e cozinheira. No aniversário do Bruno um amigo dele trouxe cookies que ele mesmo tinha feito e eu adorei a ideia, pedi a receita e resolvi fazer. Mas ai resolvi ir atras de outra receita, enfim, encontrei uma bem simples e deliciosa. Acho que cozinhar me deixa muito mais tranquila, é uma terapia. Estou em um momento mais "faça você mesmo", desde o aniversario do Gabriel estou me sentindo inspirada nesse sentido. Enfim, chega de blá blá blá...vamos a receita:

125g de manteiga (4 colheres)
3/4 de xicara de açucar refinado (12 colheres rasas aprox.)
1/2 xicara de açucar mascavo
1 ovo
1 3/4 de xicara de farinha de trigo
1 colher de chá de essencia de baunilha
150g de chocolate picado (uma barra de chocolate)
1 colher de fermento em pó

a medida da xícara que eu usei.

modo de preparo:
colocar o açucar refinado,açucar mascavo, essencia de baunilha, a manteiga e misture.
mexer o ovo (tipo quando faz omelete) e misturar aos poucos.
acrescentar a farinha de trigo aos poucos e ir misturando. acrescentar o fermento.
misturar o chocolate picado.
fazer bolinhas e colocar em uma forma com papel manteiga (fazer as bolinhas não muito grandes e um pouco distantes uma da outra, para não grudar.
colocar no fornoas uns 200ºc até dourar a bordinha (o tempo é relativo, na receita estava 15 min, mas para mim demorou um pouco mais, vai depender do forno, enfim...)
sugiro comer uns quinze minutos depois de tirar do forno, pois esta molinho no meio e uma delicia.





Vocês podem ver que o blog está de cara nova, eu consegui fazer essas alterações e adorei. Provavelmente terei mais tempo para escrever pois agora tenho uma pessoa que me ajuda na limpeza quinzenalmente e estou super feliz por isso. Espero que tenham gostado da receita o Gabriel super aprovou. Se alguém fizer me conta se ficou bom ok?!
Beijos :)



domingo, 17 de novembro de 2013

O que muda?



créditos: potencial gestante

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Que fase...

O tal "terrible two" chegou mais cedo porque não é possível essa fase que estamos passando. O Gabriel chegou em um momento em sua vidinha que quer mandar na gente. Ele pode não falar mas quer mandar. Qualquer coisa é motivo de chororô ou gritos. Se ele quer alguma coisa e nós não damos, ele chora. Se resolvemos dar o que quer, chora, porque não foi na hora que ele quis. Se que mexer em algo e a gente diz não se joga no chão e chora. É um choro sem fim, chato e irritante que deixa qualquer um doido. Uma situação que acontece todos os dias é na hora do jantar, sentamos a mesa e começamo a dar comida para ele, ele quer pegar o prato e a colher, ok, começa a bater a colher no fundo do prato e a "comer" (diga-se jogar tudo para qualquer lugar menos para a boca) e então ele resolve pegar o pote e virar de cabeça para baixo, aí eu tiro o pratinho de comida e enfim começa um enorme choro, acompanhado por uma tosse forçada, gritos e choro, muito choro. E eu e o Bruno não fazemos nada, continuamos comendo e ignoramos ele, se encostar nele, ele se bate, acreditem, ele se bate. E eu não sei mais o que fazer, nada agrada, tudo resmunga, tudo ele quer, na hora que quer. Choro, grito e tosse até quase vomitar. E essa é a vida da mãe. Não sei se é um momento de chatice pelo horário de verão e ele tá com sono acumulado, sinceramente não tá fácil. Chegar em casa após um dia do cão, ter um zilhão de coisas para fazer e tudo que você quer é descansar e passar por essa prova de paciência, carinho e atenção, com perdão da expressão é FODA! Mas tem que ser paciente porque gritar não adianta nem um tiquinho e só faz ele aprender que as coisas devem ser feitas no grito (não que eu não tenha vontade mas me controlo).  Enfim, é isso aí, por aqui vamos seguindo tentando encontrar uma solução para esta loucura. 
causando :)

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Renasci e Empoderei!

Dia três de agosto de dois mil e doze, foi neste dia, exatamente as 15:03 da tarde, que renasci. Renasci como mulher, renasci como mãe. Na vida antes do Gabriel tinha muitas outras prioridades, sonhos...Mas o nascimento dele trouxe para mim uma nova forma de ser e pensar, minha gratidão por isso é imensa. Me empoderei e virei uma mulher muito mais corajosa, muito mais dona de mim mas também muito perdida no meu eu interior. Quando nos tornamos mãe o filho é a prioridade, nada mais sublime do que um filho direcionar a vida de seus pais e o Gabriel com toda certeza fez isso, me direcionou a querer ser mais e por mais que eu tenha tomado mais atitude, tudo isso foi deixando a Marina, aquela de antes cada vez mais distante, isso não é ruim, afinal após o nascimento de um filho a vida muda e nunca mais seremos os de antes. Mas hoje me vejo nesse mundo maternidade/trabalho/casada e me falta a Marina, o singular da vida, o eu da história. Hoje já não sei qual é a responder minha banda preferida, o que quero fazer "quando crescer", quem é a minha melhor amiga e o meu hobby preferido. Me empoderei em relação a defender e mudar, minhas opiniões mudaram tanto que não consigo enumerar tudo que acreditava e hoje "não me representa", a maioria em relação ao pensar fora da caixa, parto cesáreaXparto normal, amamentação exclusiva, alimentação saudável, tv e consumismo, coisas que antes era tão indiferente. Me empoderei no trabalho, vesti a camisa e estou na luta para ser a melhor. Me empoderei em casa, fui atrás de cuidar da minha família e se virá do nosso jeito. Mas se empoderar também é se cuidar, saber o que quer para a vida. E hoje estou nesta luta para me reencontrar como eu e reconhecer em mim alguém que eu amo. Ando super nostálgica e ao mesmo tempo querendo tanto o futuro, o viver, o tal "o que esta por vir". Renasci e agora preciso me conhecer. 

Nós dois em um só!

domingo, 6 de outubro de 2013

Familia na escola!

Os dias voam e meu tempo com ele...ando pouco inspirada a escrever mas ao mesmo tempo sufocada por não desabafar e ai que hoje criei coragem e vim dar uma atualizadinha e contar as novidades dos dois meses que se passaram...
Houve a primeira reunião escolar do ano letivo (praticamente no final do ano), escola municipal parece que funciona assim, foi bem interessante como sou mãe de primeira viagem fiquei super ansiosa, afinal sempre quis ir nas reuniões escolares e não entendia por que meus pais odiavam ir nelas, descobri! A realidade é que a reunião é um momento onde a escola tem um tempo determinado para dizer tudo que esta precisando que você faça (e cumpra) e quer dar aquela choradinha na ajuda da APM, falar que temos que seguir as regras e horarios. Mas eu como uma boa mãe fiz questão de dar minha opinião e sugestão. Um detalhe interessante é que eu e o Bruno fomos os únicos pais juntos, a maioria dos pais que estavam por lá, ou era mãe ou o pai. Enfim descobri que as reuniões são totalmente impessoais e fiquei bem decepcionada mas enfim...
Fomos convidados pela escola para participar no dia 24/08 da festa da família, foi nos dado uma folha com um coração desenhado e nele desenhamos e escrevemos algumas coisas. A festa foi realizada no sábado pela manhã e foi muito gostoso, um momento importante afinal devemos participar da vida dos pequenos e saber a rotina que foi mais o menos o que a escola passou, a rotina escolar. Fomos separados por grupos e passamos por quatro salas, cada uma delas com um tema, a primeira foi a leitura de uma história, a segunda desenhar com o filho, a terceira uma mini balada (a parte mais legal), a quarta brincamos com massinha feita pela própria escola (adorei essa também). Logo depois disso voltamos para o patio da escola sentamos no chão e as crianças fizeram uma mini apresentação de duas musicas e o Gabriel dançava e batia palma, foi super legal. 




O Gabriel conseguir vencer mais um obstaculo no seu desenvolvimento, começou a descer o degrau da nossa casa e sai pelo quintal todo feliz e sobe os dois degraus da casa da minha avó, engatinhando é claro. 
Se lambuzou com chocolate pela primeira vez (fiquei meio chateada quando aconteceu, mas aconteceu e eu tirei foto).


Foi passear na Liberdade e na Av. Paulista mais uma vez de trem, metrô e ônibus (super comportado). Engatinhou feliz e livre pela FNAC.


E por fim começou a andar com exatos um ano, um mês e 29 dias (dessa vez eu marquei a data certinho).
Esse é o resumo do que vem acontecendo por essas bandas de cá mas estou providenciando novos posts. Preciso deixar aqui tudo registrado, o tempo corre!



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Crescendo...

Fazem exatos 16 dias que o Gabriel completou 1 ano e nesse ano muitas coisas aconteceram. O desenvolvimento dele nesses últimos dias esta fascinante. Faz muito tempo que não venho contar a respeito do crescimento e das conquistas dele e como uma boa mãe coruja e de primeira viajem, vim fazer este pequeno post (que futuramente será de pura recordação). 

Alimentação: Quando o Gabriel completou quatro meses, comecei a dar raspas de frutas para ele, afinal não amamentei por muito tempo, a partir deste momento as coisas evoluíram e meu pequeno bebê cresceu e deixou um pouquinho de ser bebê. O Gabriel adora uma comida, um belo prato de arroz e feijão já basta, muito brasileiro, da preferencia a carne de frango mas também curte uma carne bovina. Adora verduras e frutas porém não é muito ligado ao suco, quer dizer, não gosta mesmo, sempre joga fora. Ainda toma mamadeira mas com bem menos frequência. A partir de um ano foi liberado a consumir mel e açúcar refinado, porém eu evito os dois. Gosta de água e fica louco com uma garrafa de coca-cola e eu juro que nunca ofereci mas ele já tomou. Adora uma bolacha de maisena e leite.
Sono: Foi o tempo em que ele realmente dormia a noite inteirinha, na verdade agora ele vive chorando e reclamando e na maioria das vezes é pura manha, sempre querendo chamar atenção para ele fazer o que quer. Tira umas duas sonecas por durante o dia e cada uma com uma hora e meia ou duas de duração. A chupeta ainda bem ele não é viciado, usa apenas para dormir e quando dorme, sempre joga fora. Depois da escola os horários estão sempre desregulando e nem sempre ele dorme no mesmo horário. E adora brigar contra o sono e não perde uma bagunça, tá morrendo de sono mas tem gente conversando, rindo, ele quer estar no meio. 
Desenvolvimento: Ele começou a sentar com 7 meses, se arrastava pela casa como se fosse entrar para o exercito se apoiando nos bracinhos com 8/9 meses e engatinhou enfim aos 10 meses e ainda não está andando e eu não tenho pressa nenhuma, cada coisa ao seu tempo. Ele se pendura nas coisas, se arrasta com as cadeiras e não gosta mais de andador e muito menos de colo, o chão é o melhor lugar do mundo, adora uma garrafa pet, principalmente ficar batendo no chão para fazer bastante barulho. E também adora uma bola, é fascinado. Os dentinhos nasceram quando ele tinha 4/5 meses e desde então cada mês são uns dois, três que nascem, todos de uma vez só matando o bebê de dor e a gente de dó né? A ultima leva deixou ele bem amuado, não queria comer e estava extremamente irritado. Ele adora musica e sempre dança com as aberturas de novelas e só presta atenção nos desenhos com musicas. Agora ele fala algumas coisas mama, papa, qué, quê, faz naninha (vira a cabeça pro lado como se tivesse no travesseiro e fica cantarolando ã ã ã), manda beijo, dá tchau (quando quer), chama com a mão (quando quer), quando quer alguma coisa e ninguém da atenção fica gritando eeeeeeeei, iiiiiii. Adora cachorros no caso, au au, ele fica doidinho quando vê um e se ele estiver no chão e o cachorro vier perto ele quer pegar e apertar. Uma fofura. Quando vê o flash da câmera fotográfica já abre um sorriso e faz pose.
É uma ótima maneira de deixar tudo registradinho e ter de recordação depois. 

domingo, 18 de agosto de 2013

Compartilhando sentimentos!

A vida as vezes nos prega peças e infelizmente as coisas acontecem e não estamos no controle. Na madrugada do dia 14 de agosto um nenenzinho nasceu, super apressadinho, 35 semanas, como é muito pequeno e novo foi direto para a U.T.I. A realidade é que quando passamos por essas situações é inevitável não se colocar no lugar da pessoa. Você já parou para pensar o que passa na cabeça da mãe? Alguém já tentou dar a assistência a pessoa que está mais perdida em tudo isso? A mistura de sentimentos e sensações...Eu nunca disse em palavras claras a realidade. A noticia quando chega você fica em chão e no meu caso em reação. A noticia foi dada muito assim: Ah seu bebê vai para a U.T.I e fim. Não veio uma equipe médica me dizer nada, avisaram para meu marido no momento que ele foi ver porque o bebê não vinha para o quarto. Acho que é a partir dese momento que você começa a reformular sua opinião em relação ao parto e como você é tratado, o teste Apgar eu tive que perguntar pois ninguém disse nada, enfim...Após a noticia, a família ficou abaladíssima e eu continuava estática e sem saber muito o que fazer ou pensar. Quando me liberaram para levantar após o efeito da anestesia, as minhas forças surgiram de tal forma que levantei, tomei banho, me troquei e fui imediatamente ver o meu pequeno filhote. A sensação que tive é que ia morrer, sinceramente não podemos falar o que realmente achamo pois as pessoas se assustam, mas a realidade foi essa, achava que eu não conseguiria aguentar, ver o meu pequeno filhote lá e não poder pegar, trocar, amamentar, cuidar, amar e beijar foi doloroso demais e então eu chorei, chorei pelo parto, chorei pela amamentação, chorei pela nossa separação, chorei por tudo que estava acontecendo comigo e me perguntava: porque comigo? porque com o meu bebê? Foi a unica vez que chorei no processo todo que foi a recuperação, pois quando eu estava saindo da sala da U.T.I a enfermeira disse que não podia chorar lá, tínhamos que passar tranquilidade para o bebê. Se era para o bem dele, foi o que fiz, foi muito difícil, quando eu entrava na sala e via ele, era muito forte a vontade de chorar, o medo, aflição, dava um nó na garganta e os olhos enchiam de lagrimas, foi muito difícil. Na minha opinião deveria ter um psicólogo disponível para conversar com os pais, ajudar, para nós a situação foi complicado, ninguém que conhecíamos tinha passado por aquilo. Foram quinze dias até todo o processo acabar, aos poucos foi ficando mais tranquilo e se não fosse a paciência do papai, a mamãe teria entrado em colapso. Enfim quando fiquei sabendo sobre meu priminho que estava na U.T.I fiquei muito chateada mas ao mesmo tempo aliviado por saber que mesmo tão novinho ele não estava doente, só em observação. A vida da mãe da U.T.I é repleta de duvidas, medos e só quem passa por isso sabe. Quando conversei com a minha prima, me vi novamente naquele momento, passando por tudo aquilo e me deu tanta vontade de chorar. Mas tem que ser guerreira e forte, isso eu sei que somos. 

domingo, 11 de agosto de 2013

Primeira palavra: PAPAI!

A primeira palavra não tenho certeza se foi papai, mamãe ou titia mas a questão aqui é outra. A mãe carrega o pequeno filhote durante nove meses e o amamenta por muitas vezes durante o seu primeiro ano ou durante um mês e meio...o caso é mas e o papai? O pai é um cara que deve ter paciência na vida, primeiro vem a gravidez, desejos, dores, choros, felicidades extremas e tristezas no mesmo turbilhão. Quando nós mães sentimos o bebê mexer pela primeira vez, descobrimos o sexo a primeira pessoa que queremos compartilhar na vida é o papai. Mas imagina para ele como deve ser tudo isso? a relação mãe e filho é tão intensa desde o inicio que para o papai deve ser bem difícil. Aqui em casa o papai é o cara mais querido do Brasil, o filhote não fala coisas do tipo: só o papai pode fazer ou quero o papai, mas as atitudes não negam o amor que é reciproco. O papai leva o bebê na escola e todos os dias pela manhã é um drama: "coitado do bebê, ele tá dormindo tão gostoso, ô amor deixa ele dormir". Conheço muitas pessoas que julgaram essa etapa da nossa vida dizendo que nós dois tão novos não daríamos atenção e amor suficiente mas digo a vocês escolhi o cara certo para ser o pai dos meus filhos (no plural sim, quero mais filhos). O papai é o cara que faz a mamadeira, o papai acorda de madrugada para colocar a chupeta (isso uma três ou quatro vezes). Quando o papai sai do quarto/sala/qualquer ambiente que o filhote está é o maior drama e chororô. Quando o filhote acordou hoje no seu segundo dia dos pais ao lado do mesmo já começou "PAPA". Quando o filhote ficou internado e a mamãe precisou ir trabalhar o papai tirou de letra passar a noite e os dias com ele. Quando vamos em alguma festa o papai sempre fica com o filhote para a mamãe poder se distrair também. A primeira palavra não tenho certeza qual foi mas sei que o tal PAPA ele sabe exatamente o que significa e quem é o tal. E para o papai eu só tenho elogios, obrigada por partilhar os mesmos desejos e junto a mim tentar passar ao nosso filhote os valores e sentimentos mais sinceros. Obrigada por ser dedicado e fazer sempre o seu melhor e cuidar tão bem do nosso filho, sei que se eu faltar para o Gabriel, você vai cuidar dele como eu ou até melhor. Obrigada por ser esse pai maravilhoso. Te amamos papai!










quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Sabe aqueles amigos que não tiveram filhos ainda?

"Quando eu penso nos meus amigos sem filhos, livres como pássaros, o meu primeiro impulso
é dar-lhes uma bucólica pedrada.  Eles não chegam no trabalho sem saber que estão sujos de
vômito. Saem toda noite, ou toda noite em que querem sair. Podem mudar de cidade, de 
emprego ou de vida com muito mais facilidade. Quando me perguntam se deveriam ter filhos,
ou como é, eu digo que é o máximo e que deveriam fazer isso imediatamente. Sabe aquela 
teoria da piscina, que atribuem ao casamento? Aquela em que você entra na água, ela está
gelada, e mesmo assim você diz que está morninha, entrem, entrem, só pra não ser o único 
trouxa lá? Com filhos é parecido, mas você não ter a opção de sair da piscina.

Meus amigos sem filhos, tenho a impressão, acabam se cansando da minha falta de tempo, 
dos meus constantes “hoje eu não posso”, ou do fato de que eu sempre tento fazer com que 
qualquer evento seja  na minha casa, pra não precisar arrumar uma babá. Eles devem achar
que eu estou na lama. E mesmo com tudo isso, eu olho pra minha filha e penso que, se eu 
soubesse que seria tão bom, teria tido filhos muito antes. É quase impossível descrever esse
sentimento sem parecer aqueles pais, ou mães, que não tem outro assunto senão filhos, 
e eu até procuro evitar, mas, afinal, aqui é o mãe bacana, né?
A primeira coisa que acontece quando você tem um filho é que você ganha uma preocupação 
nova, constante e, segundo dizem, vitalícia. Você vai se inquietar a vida inteira, ainda 
que os motivos mudem. Uma hora não tomou leite, na outra pediu a chave do carro. 
impressionante é que essa preocupação toda seja um alívio.

Sabe aquele holofote que vive em cima de você? Ele vai embora. Ainda que ali pra perto. 
Se preocupar com uma coisinha linda que não seja você mesmo dá um alívio 
tão grande, é tão libertador, que, no fim, o passarinho da história é você. 
Também dá uma sensação de continuidade, de dever cumprido perante os seus ancestrais.
Desde o primeiro ser unicelular até você, existe uma linhagem jamais quebrada de 
sobreviventes e reprodutores. Gente que viveu o suficiente pra se reproduzir e ajudar a 
cria a sobreviver. E você vai ser o primeiro, em milhares de anos, a quebrar essa corrente?

Sim, a gravidez é um pouco ridícula, como as cartas de amor. Você fica ali falando com a barriga,
pra que a criança se acostume com a sua voz e não só a da mãe, mas se sente como se alguém 
tivesse dito “fala com a minha mão”, ou fala com o oitavo passageiro. Afinal,impressionante
 que um indivíduo se monte sozinho, dentro de uma barriga, usando alguns elementos 
disponíveis ao seu redor. É estranho, mas depois que o alienzinho vem ao mundo, você pode 
pegar no colo e chamar de seu.

Bom, isso aqui é um papo de pai, então vamos falar de coisas mais práticas (mães, me perdoem).
Você deixa de ser invisível para a mulherada na rua. Em casa, ok, talvez você acabe fazendo parte 
da mobília, mas andar na rua com um bebê ou criança pequena causa um fascínio que eu nunca 
tinha visto. Sei lá se é biologia evolucionária, se ao parecer um bom pai você passa a ser 
geneticamente desejável, e eu digo, é muito divertido. Meu irmão vive pedindo pra eu emprestar 
a Lucia pra ele ir ao shopping. Eu digo pra ele ir furar camisinhas, que eu quero sobrinhos. 
Sobrinhos são como filhos que você pode devolver quando quiser, só que eles mais aumentam 
a vontade de ter filhos que a satisfazem."

--
Renato Kaufmann é pai da Lucia, escritor e autor dos best-sellers Diário de um Grávido e 
Como Nascem os Pais, ambos inspirados no blog Diário de Grávido. Aos seus amigos que
já tem filhosele costuma dizer: “Pais de todo mundo, zumbi-vos”. 

No fim, eu fico pensando: sim, tem noites em claro – e não são daquelas que você se diverte. 
Sim, você chega sujo de vômito nos lugares e só descobre isso tarde demais. Sim, você não 
sai o tempo todo. Sim, você nunca mais vai dormir direito. Sim, a sua vida não te pertence. E 
sim, você nunca esteve tão feliz."

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Minha primeira festa!

Lá atrás quando eu nem imaginava que seria mãe tão cedo assim, dizia: "festa no primeiro ano do bebê? jogar dinheiro no lixo!" E como ser mãe é aquele eterno cuspir para cima cá estou, falando a respeito da primeira festa de aniversário do Gabriel!

Essa festa foi um verdadeiro "faça você mesmo". Escolhemos o tema "O pequeno príncipe", eu não sou uma louca maniaca pela história mas acho uma fofura o tema e nada mais combina com o Gabriel do que um príncipe, estou para conhecer um bebê mais fofo, sorridente, simpático e não é papo de mãe, quem nos conhece sabe do que estou falando!

Então comecei a planeja o que faria em relação a decoração, pesquisei no elo7, fui na 25 e então desisti, fiquei chateadissima, não existe um tema pronto do pequeno príncipe mas o que eu faria então? mudei de tema, será de Mickey e então me decepcionei mais uma vez, não tem o tema Mickey clássico como eu queria, fiquei triste e no meio da melancolia em plena 25 de março, o que eu encontrei? o tal tema de príncipe, não era pequeno príncipe, só príncipe mesmo! Já era um primeiro passo certo? Então compramos e fomos em uma loja de artesanato ótima que tem por lá e compramos varias coisas para fazer a tal decoração. Encontrei as ovelhas lá pela 25, comprei pano para a mesa do bolo, suporte para cupcake e fim. No elo7 encontrei os aviões e a raposa, comprei faltando uma semana para a festa. O pequeno príncipe e a caixa onde ficaram os brigadeiros comprei na tokstok dois dias antes da festa, cheguei na loja as 21:30 e a mesma se fechava as 22:00. No fim tudo deu certo, deu um trabalhão mas sou uma pessoa determinada e com a ajuda de lindas pessoas consegui realizar a tal festa.

Preparamos todas as coisas, compramos um cortador em forma de coroa, fizemos eu e a Tauani até as 00:30 em uma quarta-feira antes do aniversário, 200 coroinhas. Eu e o papai fizemos aqueles potinhos de papinhas nestle, colocamos balinha de goma e fizemos toda a decoração do mesmo, ficaram lindos.



Fiz também as bandeirolas com o nome do Gabriel, fiquei com medo de ficar feio mas achei que ficou uma graça não poderia ter ficado melhor.


As compras feitas com uma semana de antecedencia, foram num momento de desespero de tudo ficar meio sem tema, meio sem graça, comprei a tal raposa que achava que era maior e os aviões que são uma graça e ainda vieram algumas tags escrito: "O essencial é invisível aos olhos". Também fui na TokStok dois dias antes do aniversário e conseguir encontrar esse pequeno principe e a caixa onde usei a tampa e a caixa mesmo como suporte para o brigadeiro.






Acho que no fim das contas as coisas saíram melhor do que na nossa imaginação, afinal, foi tudo feito com amor e muita dedicação e espero que um dia o Gabriel se orgulhe. 
E teve um toque especial nosso, ao invés de fazer aqueles videos, melódicos, cheios de falas de personagens de desenhos e fotos do Gabriel desde a barriga até completar um ano, não que eu seja contra, afinal tive um exatamente assim no casamento mas é diferente quando se tem 20 anos de historia meus e 23 anos de historia do papai. Imagina um vídeo de uma criaturinha de um ano, não dá, muito chato. Então fiz um varalzinho de fotos do Gabriel com um toque de coroas e estrelas feitos pela titia Amanda.


Enfim, quero deixar aqui os agradecimentos aos queridos vovô Fernando e vovó Lucimara por terem reformado a garagem e ajudarem na festa. As bisavós Lazara e Vera por fazerem os salgados, carne louca e batata temperada. A querida madrinha Marcia e a prima Mayara por terem feito os brigadeiros. A nossa linda amiga Patrizia por ter feito os cupcakes divinos. As titias Cila e Nê pelo bolo do aniversariante. Aos titios Evelin e Rodrigo por nos levar ao shopping as 21:30 da noite para ir comprar algumas coisas que faltavam e comprar os rótulos dos potinhos de bala de goma. A vovó Elisabete por ter feito os pães de mel de lembrancinha. A titia Amanda pela ajuda no dia da festa. A titia Jéssica e titio Henrique pela ajuda no dia da festa também. Enfim, são muitos os agradecimentos. Me perdoem se me esqueci de alguém. Quero deixar registrado minha felicidade por ter conseguido realizar a tão esperada festa de aniversário do nosso pequeno filhote. Agradeço a presença de todos e obrigada pelo amor que cada um transmite a nossa família. 








terça-feira, 6 de agosto de 2013

Resumo do ano!

Quando descobri a gravidez senti um enorme medo, um medo da reação dos meus pais, medo do futuro, medo de não saber cuidar, medo de perder tudo o que eu tinha, medo...Quando o Bruno ficou sabendo da gravidez ele me abraçou e ao nosso lado ficou, viajou e voltou, ficou com saudades. Quando eu descobri que o meu bebê seria um menino, o medo mais uma vez tomou conta de mim, será que vou saber cuidar de um menino, educar, pode parecer estranho mas eu nunca acompanhei o crescimento de um menino apenas de uma menina, no caso minha irmã. Para mim o mundo dos meninos sempre me pareceu um bicho de sete cabeças. Quando nos casamos e passamos as morar juntos e curtimos mais a gravidez (faltava um mês para o Gabriel nascer), comecei a perceber que criar um filho independente do sexo seria algo único, afinal jamais vou criar um filho como meus pais fizeram, afinal o casal entra em uma sintonia e assim, juntos, criam a sua forma de ser e passar aquilo que desejam ao filho. Quando finalmente o Gabriel nasceu, me senti completa porém com medo, ele não estava mais dentro de mim, como iria então conseguir protege-lo? Ele que era tão meu se tornou tão do mundo e me vi com um vazio na barriga e com um coração doido de saudade. O meu pequeno filhote não teve a chance de vir para os meus braços após o nascimento, três horas após o nascimento foi direto para a UTI, uma hipertensão pulmonar, o que me deixou mais arrasada ainda, me senti uma péssima mãe, tentei encontrar motivos para aquilo, me culpei muito e por vezes ainda me culpo. Mas como a vida se encaminhou de tudo, sabia que era de alguém otimista que precisava ao meu lado, estava lá ele: o papai. Se não fosse pelo otimismo e a tranquilidade que o Bruno me passava acho que não seria tudo tão calmo quanto foi. Que desafio deixar meu pequeno no hospital, no dia da alta achei que não aguentaria mas consegui, fui forte, fui para casa com o coração partido mas acordei na manhã seguinte determinada a cuidar do meu filho da forma que fosse, podia ser do outro lado do mundo, estaria ao lado dele todos os dias. Quando o Gabriel saiu do hospital no dia 18 de agosto de 2012 foi o dia mais feliz da minha vida mas me deu medo, será que eu ia dar conta de cuidar dele em casa? sem ajuda das enfermeiras? Pois foi exatamente o que fiz, dei o primeiro banho, ninei, amamentei por pouco tempo e ainda me culpo todos os dias por isso mesmo que só pra mim, sim, me sinto muito culpada por não ter amamentado, por não ter tentado o parto normal mas enfim...Quando mudamos para nossa casa, fiz questão de ensinar ao Gabriel que dormir no berço é uma delicia, porque ele dormia no carrinho até então e sempre o deixei a vontade, quando queria colo parava qualquer coisa só para dar colo e ainda faço isso, acho que amor demais é sempre o melhor. A vida com um filho não é esse mar de rosas, esse mundo colorido? não! A realidade é que vale tão a pena cada coisa que a gente vai deixando o lado ruim para lá e parando para pensar nem é tão ruim. Quando a minha licença maternidade acabou, eu sofri, sofri porque queria ficar com o bebê mas me senti aliviada de saber que tinha uma vida além da minha casa. Levar o Gabriel para a escola com certeza deu medo, medo de baterem nele, medo dele morrer, medo dele sofrer, medo dele deixar de me amar, medo de muitas coisas mas junto com a escola veio um desenvolvimento, um bebê que cresceu porém adoeceu e não foi facil...Lá fomos nós para 11 dias de hospital com pneumonia, crise asmática e suspeita de gripe suina, não foi facil, não gostamos nada e a volta para casa apesar do alivio trouxe o medo com ela, o medo dele ficar doente de novo, medo dele ter que voltar mas tudo foi se acalmando, dez dias de fisioterapia, antibioticos e enfim... Na volta a escola novamente o bebê ficou doente e eu fiquei arrasada cogitando tira-lo da escola mas o médico pediu então seis semanas em casa para o bebê se restabelecer. Então o Gabriel enfim começou a engatinhar, bater palmas, falou mama e papa, falou bobô(vovô) e completou seu primeiro ano. A vida ao lado do meu filho me trouxe muitas inseguranças, trouxe medos mas me trouxe muito amor, muito trouxe muitos ensinamentos mas creio que muito ainda esta por vir. Esperei pelo aniversário de um ano e agora começamos um novo ciclo. Ao meu filho desejo toda saúde, amor, felicidade, paz, amamos demais esse pequeno pedaço nosso e a nós mama e papa só quero cada dia mais experiencias e alegrias juntos como sempre foi.

Ps: agora ele também fala au au (cachorro) 






domingo, 21 de julho de 2013

Expectativas!

Quando acompanhamos o crescimento de um bebê é incrivel a rapidez com que ele cresce, se desenvolve, aprende, brinca...mas eu como mãe cada dia que passa fico mais admirado e amo mais e mais. Estamos próximos de completar um ano e me vem sempre o mesmo pensamento na cabeça: meu bebê está crescendo e deixando de ser bebê! Sinceramente me sinto a pessoa mais egoista do mundo querendo para sempre esse bebê sapeca. Quero cada dia que passa ver as conquistas e vitórias do meu filho mas ao mesmo tempo me sinto tão saudosa, quero voltar ao dia em que descobri a gravidez e namorar por 9 meses, algo tão fascinante, passou tão rapido, sei que não curti o suficiente e lá vem a culpa... Culpada sempre me senti, acho que deve ser algo que vem junto com a maternidade né? mãe sempre se sente culpada por algo. Quero voltar ao dia do nascimento dele mas queria coisas diferente, parto normal, queria ter esperado a sua hora, me desculpa filho, ansiedade é uma bosta! Quero voltar ao dia que te amamentei pela primeira vez, quero voltar a te ter mais para mim do que para o mundo. Quando escrevo sobre você Gabriel, tenho vontade de chorar, não pense que seja por tristeza mas pelo amor que eu sinto por você filho, cada dia que passa sou mais orgulhosa por ter sido a pessoa escolhida para ser sua mãe. Na vida sempre que um novo ciclo começa muitas são as expectativas para tudo, hoje vivo esse novo ciclo, hoje te tenho aqui, filho você é a minha vida. Eu te amo! Estamos em uma contagem para o dia do seu aniversário, filho você é importante para tantas pessoas, tão amado. 
Ontem achei um video que um pai fez, cada segundo da vida do filho ate ele completar um ano, tão lindo, tão emocionante...


 

terça-feira, 9 de julho de 2013

O príncipe de hoje, o mimado de amanhã?

Sempre refleti muito sobre como o mundo em que vivo é machista e a maioria das vezes a culpa não era do homem. Reflita comigo hoje meu filho tem 11 meses e 6 dias e tratamos ele como um príncipe, um bebê um tanto quanto mimado, perdoem a família pois ele é o primeiro filho, primeiro neto e primeiro bisneto de ambas as partes (só um lado da família do marido que já tinham dois bisnetos). O príncipe da casa tem tudo de mão beijada no primeiro ai ou no primeiro bico fofo de choro (veja a mãe corujona falando), nós sempre o protegemos bastante de tudo. Quando o bebê vai crescendo, vira uma criança folgada e um adolescente três vezes mais até o momento em que se torna adulto e casa (ou não). Falarei no caso do homem que casa. A mãe trata o fulano como reizão, lava, passa, cozinha, cuida com amor e carinho. MAS a realidade é que ela esta criando um monstro! Então se o seu marido é um folgado que chega senta a bundona no sofá e não faz nada, se ele acha que é você quem tem que fazer tudo enquanto ele tem que descansar, amiga seu marido não tem tanta culpa assim a mãe dele, vulgo sogra é que tem. Nem sempre a culpa é dela, as vezes a vó também. Não, não vim aqui falar mal da minha ou da sua sogra e sim dos costumes e cultura que existem ainda e que devemos mudar. O Brasil e o mundo hoje vai a luta pelo seu direito. E na minha opinião cultura tem muita ligação a tudo isso. Minha avó, mãe, sogra tem pensamentos do tipo: o homem não troca fralda, o homem não varre casa, homem não lava a roupa, homem trabalhar mulher fica em casa. A cultura de vida que quero passar ao meu filho é a que faça de tudo para construir dentro de casa: um marido participativo, ativo. Meu marido por vontade própria ajuda, do seu jeito que quero que mude, evolua mas o mesmo tenta. A vida do Gabriel será diferente, quero ensina-lo que na vida devemos cuidar de nós mesmos, sobreviver, viver por nossa conta e não depender de uma mulher para cozinha, lavar ou passar. Se porventura um dia ele se casar, espero que a mesma me agradeça pelo bem que fiz a saúde física e psicológica dela e dos meus futuros netos. A mulher tem mil e uma utilidades, já o homem não faz duas coisas ao mesmo tempo, porque? Afinal se o sexo frágil é o nosso, algo deve estar errado! E você concorda com o pensamento?


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Esqueceram de mim?

Aonde é que foram parar meus amigos? Essa pergunta deve ser muito mais comum do que eu imagino quando se trata de pais recentes afinal ninguém esta na mesma "vibe" que você. O mais engraçado é que muitos continuam a conversar comigo mas o foco é outro, não é mais solicitando a minha presença ou querendo bater um papo tranquilo em uma tarde, sair para passear, não, é para saber sobre o bebê mas veja bem quem meu filho agrada, minha boca adoça, certo? sim, claro, óbvio. Mas sou mais do que a mãe do Gabriel, sou mais do que a esposa do Bruno.Vir atrás de mim para saber como esta o bebê? e o casamento? FIM. É isso que as pessoas vem falar comigo. Me sinto muito sozinha sem alguém para compartilhar algumas coisas, minha melhor amiga é a minha irmã mas veja eu tinha outras tantas amigas e cadê? é fácil falar de longe, curtindo a vida adoidado. Não sou de correr atrás de ninguém, nunca fui, mas nunca fui de ser sozinha. Muitas pessoas se aproximaram de mim depois da gravidez mas outros bebês apareceram por aí e o meu bebê não é mais tão pequenino, tão facio de lidar e então não servimos mais. É chato falar a respeito disso mas de alguma forma era necessário desabafar. Não ouse me cobrar a vida de antes pois seria impossível mas se foi um dia amigo, porque hoje não é mais? As vezes queria muito que minhas amigas estivessem na mesma fase da vida que eu: casadas, com filhos...os assuntos seriam os mesmo, as vontades, sonhos, talvez nem tão iguais mas teria pessoas que tivessem os mesmo assuntos que os meus. Não nego, eu mudei, eu sei, mas a vida as vezes me dá alguns golpes e eu precisava me camuflar de alguma forma, sou dura as vezes, chata tantas outras mas se realmente me conhecessem saberiam que na verdade eu estava só querendo alguém para conversar (alguém que no caso, não apareceu). As vezes me faz uma falta uma amiga daquela para todas as horas, mas vai saber eu to querendo demais né? Será que toda mãe se sente assim? Será que eu to ficando louca? Uma tirinha para descontrair...


sábado, 6 de julho de 2013

Fascinante tempo...

Gabriel é um pequeno bebê que está em fase de descoberta da vida e isso é fascinante, eu e o Bruno cada dia que passa ficamos mais e mais orgulhoso dele e de suas novas conquistas. Mas na vida nem tudo são flores e junto com o Gabriel e a vida de casada chegaram também o cansaço e a preguiça, confesso que sempre fui muito preguiçosa trocava uma saída de casa por um dia deitada na cama fácil, sempre dormi aos finais de semana até tarde e sempre foi uma delicia mas depois da mudança de vida, rotina as coisas andam realmente complicadas. Meu sono está totalmente fora do normal, alias não durmo muito, se dormi umas seis à sete horas por noite contando umas três vezes que o Gabriel acorda pela madrugada, mesmo que o Bruno levante, acabo acordando também, estou totalmente em falta com o sono. Comer é uma coisa de louco, afinal eu tenho que fazer tudo, arroz, feijão e mistura, pensar em tudo, saber onde está tudo aí me da uma preguiça danada e eu apelo e peço uma pizza ou qualquer outra coisa, apesar que esta semana fizemos de tudo para comer apenas comida e deu certo mas com a cooperação do marido e da minha irmã que as vezes fica até um pouco mais tarde aqui em casa para que eu possa arrumar as coisas. E aí meu bem não sobra muito tempo para ler um bom livro, fazer unha, cabelo, depilação aí fica cada coisa para um fim de semana e quando completo tudo, ja ta tudo em falta de novo...Enfim, ter um filho é uma delicia, casar também mas isso implica em muitas coisas, abrir mão de tantas outras e não é fácil. E sem contar que rola uma tremenda culpa em mim porque não fico tanto tempo com o Gabriel quanto eu gostaria, fico bem menos e as vezes quase nada e isso me deixa super chateada! Mas é isso a vida vai levando a gente e a gente levando ela, aos poucos tudo se encaixa, tudo vai tomando seu lugar e assim seguimos.



Beijos :)

terça-feira, 2 de julho de 2013

É bonita, é bonita e é BONITA!

A vida é bonita mesmo e não temos vergonha de ser feliz, o Gabriel que o diga! Temos em casa um bebê muito feliz e a familia também, veja nas fotos: 














Beijos :)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Filho de peixe, peixinho é...

Com um pai cheio de desenhos loucos pela pele nada mais justo do que o filho ter a oportunidade de ter algumas espalhadas pelo corpo mesmo que de brincadeira por um tempo determinado. Navegando pela internet encontrei o Le Petit Pirate, são dois designers brasileiros Marcus Renault e Thiago Monteiro que através do site nos disponibilizam varias opções de desenhos super fofos para serem as "tattoos" dos pequenos e um detalhe interessante é que são desenhos de ilustradores do mundo todo. E esta na nossa lista de desejos. 
fonte:bebe.abril.com.br


domingo, 30 de junho de 2013

Chata? só um pouquinho...

Com o nascimento de um filho, nasce também a nossa maturidade, acontece uma linda transição na nossa vida de menina para mulher mas quando isso acontece em um momento inesperado, um momento de turbilhão de acontecimentos é difícil de se encontrar como mulher, esposa e mãe. Ouvi muito e ouço mais ainda depois que Gabriel nasceu que sou muito chata e então te pergunto: defina chata? Na realidade o que não conseguem compreender é que você mudou, mudou sua vida, mudou sua visão, saí da casa dos meus pais e foi morar com meu marido e filho. No nosso ninho começamos a perceber que tipo de valor queremos passar ao nosso filhote! Os meu valores não são respeitados, sou nova demais, não sou levada a sério! Erro seu, sou mãe, dona de mim, pago as minhas contas e com muito amor crio meu filho junto com meu marido...não é chatice, não é arrogância é um grito por respeito! Aquele que me chama de chata não quer saber o porque de eu não querer dar leite de vaca para o Gabriel e sim a fórmula, é o mesmo que não entende que não há necessidade de dar chocolate, doces, gordura, refrigerante para um bebê de quase 11 meses sendo que ele nem sabe o que é isso, é alguém que critica o fato de eu me dedicar ao meu filho e largar a minha casa de pernas para o ar para brincar com ele um pouco, é aquele que não entende porque eu comemoro cada mês de vida do meu filho, é aquele que não me respeita, não faz questão de compreender os valores que quero passar ao Gabriel! Quando o meu filho nasceu, junto nasceu uma Marina nova, uma pessoa com valores diferentes, com vontades diferentes, uma pessoa que gostaria de fazer a diferença na sua vida e na da sua família. Somos uma pequena família mas temos vontades, valores e um amor gigantesco, nos respeite, não é porque somos novos que não sabemos o que estamos fazendo, nós sabemos o que queremos...Não sou chata, só mudei, comece a aceitar as diferenças que vou deixar de parecer ser tão chata! As vezes sinto que sempre que escrevo é um grito por algo, alguma reivindicação, sempre me sinto uma "reclamona" mas só estou colocando para fora aquilo que me incomoda. Chata? nem um pouquinho!

:D

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Privilégios!

Quando eu nasci na minha vida existiam duas bisavós, duas avós e uma avô. Fui crescendo, não tenho muitas memórias e nem grandes fotos com as minhas bisavós, as duas partiram quando eu era muito pequena. Tenho hoje ao meu lado as minhas duas avós, lindas, que amo demais e uma delas é praticamente meu braço direto, esquerdo e se duvidar quase que o corpo todo, minhas avós foram base da minha criação e respeito e admiro as duas pela garra, força e amo demais! O Gabriel é uma criança abençoada e iluminada e teve o maior privilégio de todos, tem praticamente todos os bisavôs e bisavós e TODOS os avôs por perto! Nessa semana tivemos uma perda na família do marido, o Avô Otávio faleceu, nós o conhecemos a mais o menos duas semanas, não tínhamos muito contanto com ele, mas sentimos muito a perda dele, gostaria que o Gabriel pudesse ter mais experiencias ao lado dele! O Gabriel convive muito mais com os meus pais e a minha avó materna, justamente, por morarmos no quintal dela e meus pais na rua paralela. Minha sogra mora um pouco mais distante mas estamos tentando aumentar o contato dela com o Gabriel, ele esta afastado da escola e ela está vindo cuidar dele todos os dias. Os avós do Bruno não moram tão longe porém é dificil para ficarem vindo aqui em casa mas mesmo assim tentamos manter um contato deles com o Gabriel. O que me deixa realmente admirada é ver que mesmo sem visitas regulares, as vezes semanas ou meses, o Gabriel faz festa, um bebezinho simpático e demonstra claramente seu amor. O amor de um avô/avó é algo realmente doce, um bisavô/bisavó então creio que seja mais ainda, afinal é ser pai/mãe três vezes! Amo o fato de dar ao meu filho a riqueza de ter a presença de todos eles na sua vida e sei que isso ele sempre vai guardar, mesmo que ele esqueça por conta do tempo, faço questão de registrar os momentos! 

Bisô Otávio!

Vô Antonio

Bisô Benedito!

Vô Fernando

Bisa Lazara!
Vó Lucimara
Bisa Vera!

Bisa Alzira!

Vó Elizabete!
P.s: Só Faltou o Bisô Antonio!